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Vinte e Quatro Horas de Luz |

| Ao romper da aurora serena, |
| resplandece o horizonte infinito. |
| Sinto que o amor vale a pena, |
| continuo
a te amar como um mito.
Ao crepúsculo enfim dourado, |
| como longos cabelos das estrelas, |
| vou ficando mais maravilhado... |
| ...acendo
uma a uma, todas as velas.
Quando longo mais já vem a noite, |
| desvirginando todo o céu pouco a pouco. |
| O dourado vai sumindo num açoite, |
| e eu
louco, cada vez mais louco.
Enfim já era tempo que viesse, |
| a madrugada e boêmia, |
| e a saudade de você me entristece, |
| onde
estas, ó minha fêmea.
Mais uma vez vem a aurora, |
| após noite gélida e macia, |
| e a saudade sai, meu peito a fora, |
| iniciamos mais um novo dia. |
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Emoção Telemensagens |
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Nilton Oliveira - responsável pela edição deste site. |