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A Tênue Luz |

| Nas tardes de ventanias, |
| perambulo pelas veredas desertas e tristonhas. |
| Parece que não tem ninguém, |
| Tão pouco em minha
volta.
Contudo eu me vislumbro. |
| A emoção me tolda a mente, |
| sei que te
emocionas também.
Não há dúvida! Eu te encontrei! |
| As veredas estão desertas. |
| A triste noite vem descendo, |
| por entre as nuvens
diáfanas.
Surge a estrela solitária, |
| presa na amplidão infinita. |
| Então penso e faço um cotejo. |
| A escura noite em que brilha tênue luz. |
| A estrela da felicidade. |
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autor desconhecido |
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Nilton Oliveira - responsável pela edição deste site. |